Domingo
Como eu abomino o dominguismo. Não é só a raíz cristã, que ofende o meu fanatismo ateu. É sobretudo o reflexo que constitui na população mais provinciana a saída e o aperaltamento obrigatórios, seja ao Jumbo e de fato de treino na classe mais baixa, seja a Cascais, de descapotável a empecer a marginal, na mais alta. E é pior entre os reformados, que em vez de escolherem um qualquer dia igualmente desocupado da semana, reservam a exposição pública para o mesmo dia de sempre, para se acotovelarem no jardim de Belém.
Ralo

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