A piada
Há que conceder um mérito à birra narcisística de Santana Lopes ao gastar em publicidade para garantir que gasta menos em publicidade do que os outros: é uma ideia humoristicamente inexpugnável. Não há gracejo, ironia ou comparação que lhe consiga aumentar o ridículo.
Que este medíocre padecente de mau-gosto capilar, este filho único mimado do país político, este playboy marialva que afecta pateticamente uma voz sexagenária nos comentários televisivos para parecer mais presidenciável; que esta auto-caricatura seja o presidente da capital e o candidato mais consistente ao mais alto cargo da nação na vanguarda de uma conspiraçãozinha torpe com o Paulo Portas reflecte a qualidade colectiva dos portugueses. Definitivamente não merecemos pescar nem uma sardinha por ano.
Ralo

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