T-Zero

Ressurreição

domingo, outubro 05, 2003

Elementar

Num rombo inesperado na percepção publicada, e infelizmente cada vez mais pública, de que o PS tem um líder fraco, Pacheco Pereira declarou, sem engolir em seco, que Ferro Rodrigues esteve bem ao falar de Martins da Cruz. E se assim é, sendo Fefé insuspeito, fica o post atabalhoado do Abrupto esclarecido e a favor da racionalidade, apesar de ainda lhe terem sucedido uns resmungos sobre detectores de mentira.

Seja como for, hoje não há nada que esmoreça o sorriso, nem malabarismos, nem politiquices, nem sequer resultados desportivos (a derrota do Sporting, tanto quanto pude ver numa televisão alentejana muito mal servida de sinal, foi limpa, assinale-se). Hoje a minha felicidade é inexpugnável. Sou o proprietário rejubilante da propalada colecção em DVD da série Sherlock Holmes que repetidamente, mas em tempos idos, assombrou a RTP. Não há, desde os meus alvores intelectuais, vulto nenhum no meu imaginário a quem mais inveje a identidade. Mas só o Sherlock da Granada, o melhor exemplo de televisão ou cinema que conseguiu sublimar a obra original. Ou seja, sempre quis ser o Sherlock Holmes by Jeremy Brett.
Ralo