A minha guerrilha
Por estes dias tenho sido como o Iraque na ilusão do fim da guerra, quando a imaginação dos falcões viu na meia-dúzia que ajudava a derrubar a estátua do Saddam uma praça cheia. Desde há uma semana que permito pacificamente que a tese me ocupe. E, como os americanos, só espero que o trabalho acabe depressa, antes da paciência.

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