Ainda sou do tempo
Em que a culpa era do governo quando uma velhinha torcia um pé no passeio. Mania também do governo, que expedia logo o ministro mais respectivo para fazer um ar condoído ao lado da senhora, ou do polícia baleado pelo preto, ou do preto baleado pelo polícia, ou das vítimas da cheia, ou da ponte caída. Agora o país é um fósforo e parece que nem há governo.

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