a marca ocidental
Há qualquer coisa de híbrido nos austríacos, uma mistura pouco natural de alemão e italiano que chega a fazer lembrar um grifo. Foi isso, numa viagem de comboio de Viena para Veneza, foi a oscilação enervante de um casal acidental austríaco entre a indiferença e a familiaridade que me distraíu do conteúdo do compartimento para a paisagem que ainda hoje figura nos meus enlevos: hordas de pinheiros bravos, com um ar bávaro, alinhados como numa marcha, mas simultaneamente agrestes e admiravelmente tenebrosos. Felizmente, não há nada de italiano nisso - quanto à geografia, o anschluss até fazia sentido.

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