Jaz ali, em silêncio, à espera que me meta na cama com ela. Está cada vez mais gorda e a culpa é minha. Sou eu que a alimento a ver se rebenta, se acabo de vez com ela. Mas estou cansado, farto de cozinhar, a minha imaginação está exangue; já só lhe consigo meter migalhas na boca. Tenho de pensar que o horror de a ver ali sobrepuja o terrível enfado de a cevar. Tenho de a encher com que tiver, farinha crua, fruta verde, palha. Tenho que meter na cabeça que desta semana não passa! Puta de tese.

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